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A fundação Vila Sabino ocorreu no ano de 1928, logo após a doação de 23 alqueires de terras à municipalidade de Lins, pelo Coronel Antônio Sabino de Castilho Pereira, proprietário de grandes áreas de terras, para a edificação de um patrimônio. Nesse mesmo ano, uma missa campal foi celebrada no local onde a igreja matriz veio a ser edificada, anos mais tarde.

Para dar-se início à formação do povoado, o Coronel Antônio Sabino construiu a Cerâmica Santo Antônio e a Serraria São João. Mas foi somente através do Decreto 6.556, de 13/07/1934. que nasceu o Distrito de Paz da Vila Sabino (adotando-se o nome do doador das terras) e subordinado ao município e Comarca de Lins. No ano de 1940, com o Decreto 11.069, de 04 de maio, o distrito passou a chamar-se apenas Sabino e em 30 de dezembro de 1953 foi elevado à condição de município. Em razão disso, a cidade passou a comemorar os aniversários em todos os dias 30 de dezembro de cada ano.

Neste ano de 2008, portanto, o município de Sabino estará comemorando 80 anos de fundação e 55 anos de emancipação política-econômica.

No início do segundo semestre do ano de 1936, o Distrito de Paz de Sabino tinha uma população de 2.000 pessoas, com 250 casas em sua vila, dispondo de um grupo escolar. Comércio e indústria da povoação se mostrava da seguinte forma:

• 02 padarias
• 03 farmácias
• 02 açougues
• 02 sapatarias
• 01 selaria
• 02 bares
• 01 hotel
• 02 pensões familiares
• 01 sorveteria
• 01 máquina de beneficiar café e arroz
• 01 oficina mecânica
• 07 olarias

Além da grande cerâmica e serraria pertencente ao Coronel Antônio Sabino.

O grupo escolar tinha como diretor, o professor João Adamastor Baptista.

Nesta época, a sub-prefeitura da povoação estava sob responsabilidade de Lourenço Gomes Gonzáles, auxiliado por João Cordeiro Júnior, como agente recebedor e Odon de Souza Lima, como fiscal geral. Cinco outros homens completavam o total da prefeitura, para conservação de estradas, ruas e praças.

João Carlin, proprietário do açougue Modelo, localizado à rua XV de Novembro, ao lado do hotel Sabino, exercia também a função de sub-delegado de polícia.

Até esse ano ainda não havia sido destacado nenhum funcionário para a Agência do Correio. No entanto, Máximo Slemer atendia a todos em sua casa, ajudando, evidentemente, toda a população, isto porque era através dele que recebiam e enviavam correspondências.

Em 22 de setembro de 1934 foi feito instalação do Cartório de Registro e seu primeiro oficial nomeado Belesphoro Bergamaschi.

Neste ano, funcionários da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, acompanhando o seu diretor, Dr. Alfredo de Castilho, estiveram em Pirajuí e depois em Pongaí e também em Vila Sabino verificando "in loco" os trabalhos sobre os estudos para a construção de um alinha férrea que, partindo de Pirajuí, passaria por Santo Antônio do Balbino e atingisse Sabino, às margens do Rio Tietê.

Havia também grande interesse da parte do Interventor do Estado, Dr. Armando de Salles Oliveira, além, é claro, da própria Noroeste, na pessoa do Dr. Alfredo de Castilho, seu diretor, que tinha em sua companhia o deputado Piza Sobrinho.

Vila Sabino, em sua jurisdição, tinha a fazenda Morros da Santa Cruz, de propriedade do Coronel Antônio Sabino, com 1,2000 alqueires e culturas de algodão, arroz, fumo, sorgo, aveia, milho, feijão; Coronel Francisco da Cunha Diniz Junqueira, com a fazenda Santa Cruz, em uma área de 1.100 alqueires, possuindo 100 mil pés de café, 20 alqueires de invernadas e muito gado. Osório Junqueira, com 1.000 alqueires, margeando o Rio Tietê, na maioria muito mata virgem; Jorge Lobato, a fazendo Bom Sucesso, com 1.000 alqueires e 10 mil pés de café, algodão invernada com muito gado, além da criação de porcos e de cavalos. Dr. Altino Arantes, 1.000 alqueires, com cafezal, distante 17 quilômetros da vila; Augusta Junqueira Lima, 3.600 alqueires, com 170 mil pés de café, invernadas, criação de animais e raça, cavalos, gado e porcos, Fazenda Tangará, antiga Caneco, da Cooperativa Japonesa, com área de 3.800 alqueires e 200 mil pés de café, algodão e cereais, além de invernadas e muito gado, com 500 famílias nipônicas. Carlos Menck, com a fazenda Santa Anita, numa área de 1.100 alqueires, com 100 mil pés de café, criação de abelhas e porcos de raça, distante 2 quilômetros da vila. Joaquim de Araújo, com a fazenda Florianópolis, área de 250 alqueires e 150 mil pés de café, algodão e cereais, invernadas e criação de gado, com serraria e máquina de beneficiar café. Mário Prepazoli, Paschoal Guglielme, Vito Labate, Michel Nemer, Silvio Fiori, Banco do Brasil, etc...

A vila não dispunha de energia elétrica. Nos dias festivos, um grande esforço era feito para que a rua XV de Novembro estivesse iluminada, através de dispositivos fornecidos por João Ferratoni que fazia funcionar o Cine Sabiense.

Hoje Sabino conta com uma população de pouco mais 5.000 habitantes

Fonte: Jornal O Avaiense

 

 

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